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Parcialmente revisadoParede torácicanerve block

Paravertebral torácico

Bloqueio profundo unilateral de nervos espinhais torácicos e cadeia simpática, com analgesia segmentar somática e simpática.

Calculadora de dose

Sonoanatomia em camadas

Paravertebral torácico: da orientação ao alvo.

As sobreposições publicadas no atlas aparecem progressivamente; a imagem educacional não substitui aquisição adequada nem treinamento supervisionado.

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Imagem educacional simulada baseada em referências anatômicas. Não substitui treinamento supervisionado.
01

Orientação

Comece pela imagem inteira.

Espaço paravertebral entre limite costotransversário e pleura.

02

Marcos anatômicos

Músculos paravertebrais

Camadas musculares posteriores.

03

Alvo

Paravertebral torácico

Imagem educacional simulada baseada em referências anatômicas. Não substitui treinamento supervisionado.

04

Trajeto e dispersão

Trajeto sugerido da agulha

Trajeto in-plane ilustrativo.

Alvo

Espaço paravertebral torácico

Indicação principal

Mastectomia/cirurgia mamária · Boa evidência para analgesia unilateral; avaliar extensão medial/axilar.

Cobertura

Dermátomos torácicos unilaterais · Analgesia segmentar somática e simpática; extensão variável.

Transdutor

Linear ou curvilíneo conforme profundidade · Transversal ou parasagital no nível torácico escolhido, identificando processo transverso/costela e pleura.

Volume

Injeção única de 15 mL pode produzir aproximadamente 4–5 dermátomos; técnica multinível: 3–4 mL por segmento.

Risco principal

Punção pleural ou pneumotórax · A perda da relação entre ponta, costela/processo transverso e pleura pode resultar em punção pleural.

Sonoanatomia no ultrassomSimulada

Sonoanatomia paravertebral torácica simulada

Espaço paravertebral entre limite costotransversário e pleura.

Imagem ultrassonográfica educacional simulada do espaço paravertebral torácico, sem marcações.MedialLateralProfundoSuperficial
Imagem sem marcaçõesZoom 100% · arraste quando ampliada

Estruturas

Legenda e segurança

Selecione uma estrutura para ver a nota anatômica e de segurança.

Imagem educacional simulada

Imagem educacional simulada baseada em referências anatômicas. Não substitui treinamento supervisionado.

Fonte e autoria
Imagem de autoria própria do projeto — Anesthesia Reference.
Licença e permissão
Ativo próprio do projeto. Ativo original do projeto; não deriva de screenshot, livro, artigo ou aplicativo proprietário.

Nervos envolvidos

  • Nervos espinhais torácicos
  • Ramos ventrais/intercostais
  • Ramos comunicantes e cadeia simpática

Músculos e planos

  • Eretor da espinha
  • Intercostais
  • Ligamento costotransversário superior
  • Fáscia endotorácica

Marcos vasculares e ósseos

  • Vasos intercostais
  • Vasos paravertebrais
  • Processo transverso
  • Costela
  • Articulação costotransversária

Estruturas a evitar e variações

  • Pleura
  • Vasos intercostais
  • Forame/canal vertebral
  • A comunicação entre níveis e com o epidural varia.

Sonoanatomia

Posição, transdutor e alvo

Paciente
Sentado, lateral ou prono conforme condição clínica.
Transdutor
Linear ou curvilíneo conforme profundidade · Transversal ou parasagital no nível torácico escolhido, identificando processo transverso/costela e pleura.
Imagem esperada
Pleura hiperecoica móvel profunda ao ligamento costotransversário superior e adjacente ao processo transverso.
Alvo
Espaço imediatamente profundo ao ligamento costotransversário e superficial à pleura.
Agulha
in plane · Lateral para medial ou caudal para cranial conforme abordagem validada.
Dispersão
Deslocamento anterior da pleura e dispersão no espaço paravertebral, sem propagação intrapleural.

Trajeto da agulha

Lateral para medial ou caudal para cranial conforme abordagem validada.

Endpoint

Espaço imediatamente profundo ao ligamento costotransversário e superficial à pleura.

Dispersão esperada

Deslocamento anterior da pleura e dispersão no espaço paravertebral, sem propagação intrapleural.

Processo transversoCostelaLigamento costotransversário superiorPleuraMúsculos paravertebraisVasos ao Doppler

Técnica passo a passo

  1. 1

    Confirmar e preparar

    Confirmar paciente, procedimento, lado, consentimento, anticoagulação, alergias, dose total e plano de resgate.

  2. 2

    Posicionar e fazer pré-scan

    Posicionar paciente, equipe, tela e transdutor; reconhecer alvo e estruturas de risco antes da antissepsia.

  3. 3

    Realizar timeout

    Executar o momento Prep, Stop, Block imediatamente antes da punção, com confirmação visual do lado.

  4. 4

    Manter a ponta visível

    Avançar a agulha apenas com relação ponta-alvo compreendida; usar Doppler quando pertinente.

    Não avançar nem injetar com imagem insegura.

  5. 5

    Confirmar o plano

    Após aspiração, usar pequeno volume de teste para confirmar o plano e observar separação/dispersão adequada.

  6. 6

    Injetar incrementalmente

    Administrar em alíquotas, com aspiração e reavaliação clínica/ultrassonográfica repetidas.

    Interromper diante de dor intensa, resistência anormal, sinais de injeção intravascular ou dispersão inadequada.

  7. 7

    Avaliar e documentar

    Testar cobertura sensitiva/motora, registrar droga, concentração, volume, dose total, lote conforme rotina, intercorrências e plano de proteção do membro.

Anestésico local

Volume e concentração por fonte

Miller 8ª ed.

Referências diferentes
Volume
Injeção única de 15 mL pode produzir aproximadamente 4–5 dermátomos; técnica multinível: 3–4 mL por segmento.
Concentração
Concentração não consolidada como padrão universal nesta revisão.
Opções
Selecionar solução conforme objetivo e massa total; distinguir técnica única, multinível e cateter.
Observação
Referências e abordagens variam; volume deve ser contextualizado à técnica.

Calcular massa total. Volume isolado não define segurança; somar todos os bloqueios, infiltrações e anestésicos locais.

Adjuvante perineural: clonidina foi estudada, mas o uso é off-label, a certeza da evidência é baixa/variável e há risco de hipotensão, bradicardia e sedação. Não é adicionada automaticamente ao plano.

Ver revisão

Território bloqueado

Cobertura esperada

Dermátomos torácicos unilaterais

Analgesia segmentar somática e simpática; extensão variável.

Cobertura esperada

Mama e hemitórax unilateral

Pode ser técnica analgésica robusta; necessidade de anestesia geral depende do procedimento.

Não cobre

Linha média contralateral

Predominantemente unilateral.

Cirurgias e papel do bloqueio

ProcedimentoCoberturaPapelLimitações/complemento
Mastectomia/cirurgia mamáriaexcellentadjunct to generalBoa evidência para analgesia unilateral; avaliar extensão medial/axilar.
Toracotomia/VATSgoodcatheter analgesiaPode ser injeção única ou cateter conforme protocolo e expertise.
Fraturas de costelasgoodpostoperative analgesiaNíveis e extensão devem corresponder às fraturas.

Contraindicações e cautelas

  • Recusa ou ausência de consentimento compatível com o contexto.
  • Infecção no local de punção.
  • Alergia relevante ao anestésico local planejado.
  • Anticoagulação/coagulopatia: classificar profundidade, compressibilidade e risco com guideline atual.
  • Neuropatia prévia ou anatomia alterada: documentar e individualizar.
  • Ausência de expertise/condições de resgate para técnica profunda e não compressível.

Falha do bloqueio

  • Aguardar o tempo de instalação previsto para a solução efetivamente usada e testar dermátomos antes da incisão.
  • Rever nível, plano fascial, dispersão observada e território cirúrgico; não interpretar volume alto como garantia de cobertura.
  • Somar toda a massa de anestésico local já administrada antes de complementar outro plano ou nível.
  • Se a cobertura continuar inadequada, escolher analgesia multimodal, complemento seletivo ou conversão anestésica com monitorização apropriada.

Complicações específicas

LAST

Crítico

Toxicidade sistêmica por exposição cumulativa ou injeção intravascular.

Prevenir
Calcular dose total, aspirar, injetar incrementalmente e monitorar.
Reconhecer
Sintomas neurológicos ou instabilidade cardiovascular temporalmente relacionados.
Resposta inicial
Interromper injeção, pedir ajuda e seguir protocolo institucional/ASRA atualizado.

Lesão nervosa

Alta

Lesão por agulha, pressão, isquemia ou neurotoxicidade.

Prevenir
Manter ponta visível; não injetar diante de dor intensa ou resistência anormal.
Reconhecer
Dor lancinante, parestesia persistente ou déficit novo.
Resposta inicial
Interromper, avaliar, documentar e acionar seguimento conforme protocolo.

Hematoma ou infecção

Alta

Sangramento ou infecção no trajeto/compartimento.

Prevenir
Assepsia e avaliação de antitrombóticos/coagulação.
Reconhecer
Dor progressiva, edema, sinais sistêmicos ou déficit.
Resposta inicial
Avaliação urgente e investigação conforme localização e gravidade.

Falha do bloqueio

Attention

Cobertura incompleta, territorial ou instalação insuficiente.

Prevenir
Confirmar alvo, dispersão e território antes do estímulo cirúrgico.
Reconhecer
Teste sensitivo/motor incompatível com o procedimento.
Resposta inicial
Reavaliar tempo, território e dose acumulada antes de complementar ou converter.

Punção pleural ou pneumotórax

Crítico

A perda da relação entre ponta, costela/processo transverso e pleura pode resultar em punção pleural.

Prevenir
Identificar a pleura, manter a ponta visível e interromper o avanço quando a anatomia não estiver inequívoca.
Reconhecer
Dor torácica, dispneia, dessaturação, alteração de murmúrio vesicular ou achado ultrassonográfico compatível.
Resposta inicial
Interromper, avaliar ventilação e hemodinâmica, obter confirmação diagnóstica e tratar conforme gravidade/protocolo.

Propagação neuraxial ou bloqueio simpático excessivo

Crítico

Disseminação epidural/intratecal ou extensão simpática pode causar hipotensão e bloqueio inesperado.

Prevenir
Posição da ponta e injeção incremental com monitorização.
Reconhecer
Hipotensão, bloqueio bilateral, fraqueza ou extensão rápida não planejada.
Resposta inicial
Interromper, suportar via aérea/hemodinâmica e tratar conforme quadro.

Anticoagulação e risco hemorrágico

Risco

high

Compressibilidade

non_compressible

Vascularidade

Vasos intercostais e paravertebrais.

Aplicar recomendações vigentes para bloqueios profundos/neuraxiais conforme fármaco, dose, função renal e timing; discutir caso de alto risco.

Abrir página de anticoagulação

Checklist do bloqueio

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Referências

5 referênciasMillerASRAESRA+2

Ferramenta de apoio para profissionais habilitados. As informações devem ser conferidas com referências atualizadas, protocolos institucionais e julgamento clínico. Não substitui avaliação médica individual.

Paravertebral torácico | AnesBase

Referência e ferramentas para anestesiologia.

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