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Técnicas em via aérea difícil

Escolha anestésica quando a via aérea é o principal fator de risco.

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Monitorização Via aérea

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Resumo prático
  • O plano de via aérea pode determinar a técnica anestésica.
  • Considerar intubação acordada ou preservação de ventilação espontânea em cenários selecionados.
  • Técnica regional exige plano realista de conversão e resgate.
Indicações
  • Considerar quando objetivos, território, duração e riscos forem compatíveis com a técnica.

Mapa mental da técnica

Do fundamento à recuperação

Uma leitura sequencial para conectar mecanismo, fisiologia, execução e transição sem transformar o conteúdo em receita fixa.

  1. 01 · Fundamento

    O que a técnica pretende produzir

    • A estratégia anestésica é subordinada à oxigenação; dificuldade prevista e resgate definem se induzir.
  2. 02 · Fisiologia

    O que muda no paciente

    • Apneia segura varia com reserva, posição e pré-oxigenação.
  3. 03 · Execução

    Como a estratégia progride

    • Aplicar estratégia prevista; após falha, declarar, chamar ajuda e priorizar oxigenação.
  4. 04 · Transição

    Como manter, recuperar e reavaliar

    • Extubação é procedimento eletivo com plano de reintubação e local adequado.
Princípios e objetivos
  • A estratégia anestésica é subordinada à oxigenação; dificuldade prevista e resgate definem se induzir.
Fisiologia aplicada
  • Apneia segura varia com reserva, posição e pré-oxigenação.
Farmacologia aplicada
  • Sedação pode converter dificuldade controlada em obstrução; bloqueio completo pode melhorar condições quando resgate está pronto.
O que esta técnica não faz
  • Dispositivo avançado não compensa plano ou treinamento inadequado.
Contraindicações / cautelas
  • Reavaliar diante de contraindicações específicas, recursos insuficientes ou ausência de plano de resgate.
Pré-requisitos
  • Avaliação pré-anestésica e consentimento revisados.
  • Equipe, monitorização, equipamentos, fármacos e material de resgate disponíveis.
  • Planos de via aérea, ventilação, analgesia e recuperação definidos conforme contexto.
Preparação
  • Avaliar, comunicar, posicionar, oxigenar, limitar tentativas e preparar FONA.
Execução conceitual
  • Aplicar estratégia prevista; após falha, declarar, chamar ajuda e priorizar oxigenação.
Passo a passo
  • Realizar conferência pré-procedimento e instalar monitorização indicada.
  • Executar a técnica de forma incremental, avaliando resposta e sinais de complicação.
  • Reavaliar eficácia, ajustar com cautela e manter plano alternativo pronto.
Monitorização
  • Integrar ECG, pressão arterial e oximetria ao risco e à profundidade anestésica.
  • Considerar capnografia, temperatura, bloqueio neuromuscular e EEG processado quando aplicáveis.
Abrir Monitorização
Via aérea
  • Avaliar via aérea e definir estratégia primária e de resgate conforme profundidade e possibilidade de conversão.
Abrir Via Aérea
Ventilação
  • Avaliar necessidade de suporte ventilatório e integrar ao módulo Ventilação.
Abrir Ventilação
Drogas relacionadas
  • Consultar o módulo Drogas para indicações, doses, contraindicações e referências.
Abrir Drogas
Ajustes por contexto
  • Individualizar para obesidade, fragilidade, cardiopatia, gestação, doença pulmonar, aspiração e via aérea difícil.
Manutenção e recuperação
  • Extubação é procedimento eletivo com plano de reintubação e local adequado.
Populações e contextos especiais
  • Obesidade, gestação, trauma e pediatria reduzem tempo de decisão.
Complicações
  • Reconhecer instabilidade, complicações respiratórias, toxicidade, lesão, falha e recuperação inadequada conforme técnica.
Falha da técnica / resgate
  • Interromper progressão insegura e avaliar paciente, técnica, equipamento e dose acumulada.
  • Comunicar a equipe e migrar para plano alternativo preparado, registrando motivo e resposta.
Alertas de segurança
  • Evitar indução sem estratégia de oxigenação, intubação e acesso invasivo de resgate.
Síntese da evidência
  • DAS 2025 e Miller/Barash orientam planejamento e resgate.
Integrações clínicas
Via aéreaMonitorizaçãoProtocolos

Referências e status editorial

4 referênciasMillerBarashMedicina de Emergência…+1
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