Sedação / MAC | AnesBase
InícioDrogasCalculadorasPré-anestésico
Referências
  1. Início
  2. Conteúdos
  3. Técnicas anestésicas
Revisado6 fontes vinculadas

Sedação / MAC

Sedação titulada com monitorização, analgesia local/regional e capacidade de resgate.

Conteúdo revisado · Revisado em 2026-09-18

Monitorização Via aérea

Auditoria de completude

100% dos critérios clínicos preenchidos

Checklist completo
Resumo prático
  • MAC é serviço anestésico completo e não sinônimo de um nível específico de sedação.
  • A profundidade pode mudar rapidamente; equipe deve conseguir resgatar ventilação e via aérea.
  • Titular pequenos incrementos ou infusão ajustável, conforme resposta.
Indicações
  • Considerar quando objetivos, território, duração e riscos forem compatíveis com a técnica.

Mapa mental da técnica

Do fundamento à recuperação

Uma leitura sequencial para conectar mecanismo, fisiologia, execução e transição sem transformar o conteúdo em receita fixa.

  1. 01 · Fundamento

    O que a técnica pretende produzir

    • MAC é um serviço anestésico; não deve ser confundido com CAM/MAC dos anestésicos inalatórios nem com uma profundidade fixa.
    • Sedação é continuum e pode progredir além da intenção inicial.
  2. 02 · Fisiologia

    O que muda no paciente

    • Perda de tônus faríngeo pode preceder apneia; oxigênio suplementar pode atrasar dessaturação sem corrigir hipoventilação.
    • Depressores do SNC têm interação supra-aditiva sobre ventilação e obstrução.
  3. 03 · Execução

    Como a estratégia progride

    • Definir alvo de responsividade, titular incrementos respeitando latência e reavaliar ventilação continuamente.
    • Obstrução/hipoventilação → pausar estímulo e sedativos, abrir via aérea, ventilar e escalar suporte.
  4. 04 · Transição

    Como manter, recuperar e reavaliar

    • Observar até consciência, ventilação, oxigenação e hemodinâmica estáveis segundo critérios institucionais.
    • Considerar efeito residual e ressedação após antagonismo.
Princípios e objetivos
  • MAC é um serviço anestésico; não deve ser confundido com CAM/MAC dos anestésicos inalatórios nem com uma profundidade fixa.
  • Sedação é continuum e pode progredir além da intenção inicial.
Fisiologia aplicada
  • Perda de tônus faríngeo pode preceder apneia; oxigênio suplementar pode atrasar dessaturação sem corrigir hipoventilação.
  • Depressores do SNC têm interação supra-aditiva sobre ventilação e obstrução.
Farmacologia aplicada
  • Sedativo, analgésico e anestésico local resolvem componentes diferentes; analgesia inadequada não deve ser tratada apenas aprofundando sedação.
  • Antagonistas podem terminar antes do agonista e não substituem capacidade de resgate.
O que esta técnica não faz
  • Resposta verbal preservada não elimina risco de obstrução.
  • SpO₂ isolada não monitora ventilação.
Contraindicações / cautelas
  • Reavaliar diante de contraindicações específicas, recursos insuficientes ou ausência de plano de resgate.
Pré-requisitos
  • Avaliação pré-anestésica e consentimento revisados.
  • Equipe, monitorização, equipamentos, fármacos e material de resgate disponíveis.
  • Planos de via aérea, ventilação, analgesia e recuperação definidos conforme contexto.
Preparação
  • Avaliar jejum, via aérea, OSA, posição, acesso ao paciente, intensidade do estímulo e destino.
  • Preparar oxigênio, sucção, ventilação, capnografia quando indicada e material de via aérea.
Execução conceitual
  • Definir alvo de responsividade, titular incrementos respeitando latência e reavaliar ventilação continuamente.
  • Obstrução/hipoventilação → pausar estímulo e sedativos, abrir via aérea, ventilar e escalar suporte.
Passo a passo
  • Realizar conferência pré-procedimento e instalar monitorização indicada.
  • Executar a técnica de forma incremental, avaliando resposta e sinais de complicação.
  • Reavaliar eficácia, ajustar com cautela e manter plano alternativo pronto.
Monitorização
  • Integrar ECG, pressão arterial e oximetria ao risco e à profundidade anestésica.
  • Considerar capnografia, temperatura, bloqueio neuromuscular e EEG processado quando aplicáveis.
Abrir Monitorização
Via aérea
  • Avaliar via aérea e definir estratégia primária e de resgate conforme profundidade e possibilidade de conversão.
Abrir Via Aérea
Ventilação
  • Avaliar necessidade de suporte ventilatório e integrar ao módulo Ventilação.
Abrir Ventilação
Drogas relacionadas
  • Consultar o módulo Drogas para indicações, doses, contraindicações e referências.
Abrir Drogas
Ajustes por contexto
  • Individualizar para obesidade, fragilidade, cardiopatia, gestação, doença pulmonar, aspiração e via aérea difícil.
Manutenção e recuperação
  • Observar até consciência, ventilação, oxigenação e hemodinâmica estáveis segundo critérios institucionais.
  • Considerar efeito residual e ressedação após antagonismo.
Populações e contextos especiais
  • OSA, obesidade, fragilidade e pediatria aumentam risco de progressão e resgate difícil; NORA adiciona limitações ambientais.
Complicações
  • Obstrução, hipoventilação, apneia, aspiração, instabilidade e sedação mais profunda que a pretendida.
Falha da técnica / resgate
  • Interromper progressão insegura e avaliar paciente, técnica, equipamento e dose acumulada.
  • Comunicar a equipe e migrar para plano alternativo preparado, registrando motivo e resposta.

Sedação segura

0/8 itens marcados

Sedação / MAC

Fluxo original de apoio; confirmar condutas com referências atuais e protocolo local.

Etapa 1

Avaliar

Paciente, jejum, via aérea e procedimento.

Etapa 2

Preparar

Monitorização, oxigênio, sucção e resgate.

Etapa 3

Titular

Pequenos incrementos e avaliação contínua.

Etapa 4

Reconhecer

Obstrução ou hipoventilação precocemente.

Etapa 5

Resgatar

Reduzir sedativos, abrir via aérea, ventilar e chamar ajuda conforme necessidade.

Versão textual acessível
  1. 1. Avaliar: Paciente, jejum, via aérea e procedimento.
  2. 2. Preparar: Monitorização, oxigênio, sucção e resgate.
  3. 3. Titular: Pequenos incrementos e avaliação contínua.
  4. 4. Reconhecer: Obstrução ou hipoventilação precocemente.
  5. 5. Resgatar: Reduzir sedativos, abrir via aérea, ventilar e chamar ajuda conforme necessidade.
Alertas de segurança
  • Oxigênio suplementar não substitui avaliação da ventilação.
  • Planejar resgate de via aérea e disponibilidade de sucção, ventilação e antagonistas quando aplicáveis.
Síntese da evidência
  • Definições do continuum e padrões ASA sustentam monitorização proporcional à profundidade e capacidade de resgate.
Integrações clínicas
MonitorizaçãoVia aéreaDrogas anestésicas

Referências e status editorial

4 referênciasMillerBarashMedicina de Emergência…+1
Ferramenta de apoio para profissionais habilitados. As informações devem ser conferidas com referências atualizadas, protocolos institucionais e julgamento clínico. Não substitui avaliação médica individual.

Referência e ferramentas para anestesiologia.

Plataforma de anestesiologia para consulta clínica, estudo, referência e ferramentas perioperatórias.

Ferramenta de apoio para profissionais habilitados. As informações devem ser conferidas com referências atualizadas, protocolos institucionais e julgamento clínico. Não substitui avaliação médica individual.

Plataforma

  • Drogas
  • Calculadoras
  • Pré-anestésico
  • Conteúdos

Conteúdos

  • Via aérea
  • Ventilação
  • Monitorização
  • Técnicas anestésicas
  • Bloqueios periféricos

Conteúdo clínico em revisão contínua, apoiado por Miller, Barash, guidelines e fontes regulatórias quando aplicável.

Versão 0.1.0 · revisão contínua

© 2026 AnesBase

Decisão clínica

  • Anestesias complexas
  • Protocolos e checklists
  • Pediatria
  • Modo crise

Projeto

  • Referências
  • Status de revisão
  • Sobre
Plataforma
  • Drogas
  • Calculadoras
  • Pré-anestésico
  • Conteúdos
Conteúdos
  • Via aérea
  • Ventilação
  • Monitorização
  • Técnicas anestésicas
  • Bloqueios periféricos
Decisão clínica
  • Anestesias complexas
  • Protocolos e checklists
  • Pediatria
  • Modo crise
Projeto
  • Referências
  • Status de revisão
  • Sobre