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Revisado6 fontes vinculadas

Raquianestesia

Bloqueio subaracnóideo, nível sensitivo, bloqueio motor, hipotensão, falha e recuperação.

Conteúdo revisado · Revisado em 2026-09-18

Monitorização Via aérea

Auditoria de completude

100% dos critérios clínicos preenchidos

Checklist completo
Resumo prático
  • Bloqueio de início rápido com pequena massa de fármaco no espaço subaracnóideo.
  • Extensão depende de fatores técnicos, solução e características do paciente; avaliar nível sensitivo e motor.
  • Antecipar efeitos simpáticos e plano para hipotensão/bradicardia.
Indicações
  • Considerar quando objetivos, território, duração e riscos forem compatíveis com a técnica.

Mapa mental da técnica

Do fundamento à recuperação

Uma leitura sequencial para conectar mecanismo, fisiologia, execução e transição sem transformar o conteúdo em receita fixa.

  1. 01 · Fundamento

    O que a técnica pretende produzir

    • A injeção intratecal produz bloqueios simpático, sensitivo e motor com extensões que não são idênticas.
    • Baricidade, posição, dose, volume, anatomia e LCR influenciam a distribuição.
  2. 02 · Fisiologia

    O que muda no paciente

    • Simpatectomia reduz retorno venoso e resistência vascular; extensão cefálica pode causar bradicardia, hipotensão e comprometimento respiratório.
    • Bloqueio motor, sensitivo e recuperação autonômica regridem em ritmos diferentes.
  3. 03 · Execução

    Como a estratégia progride

    • Posicionar, manter assepsia, identificar espaço, confirmar LCR e administrar somente solução validada para via intratecal.
    • Testar nível bilateralmente antes do estímulo e acompanhar progressão hemodinâmica.
  4. 04 · Transição

    Como manter, recuperar e reavaliar

    • Reavaliar nível, duração prevista, sedação associada e regressão; reconhecer falha antes de acumular anestésico local.
    • Alta exige estabilidade, recuperação apropriada e vigilância de retenção/PDPH conforme contexto.
Princípios e objetivos
  • A injeção intratecal produz bloqueios simpático, sensitivo e motor com extensões que não são idênticas.
  • Baricidade, posição, dose, volume, anatomia e LCR influenciam a distribuição.
Fisiologia aplicada
  • Simpatectomia reduz retorno venoso e resistência vascular; extensão cefálica pode causar bradicardia, hipotensão e comprometimento respiratório.
  • Bloqueio motor, sensitivo e recuperação autonômica regridem em ritmos diferentes.
Farmacologia aplicada
  • Anestésico local bloqueia canais de sódio; adjuvantes podem prolongar analgesia e adicionar prurido, sedação ou depressão respiratória conforme agente.
  • Dose total e baricidade devem vir da página da droga e da formulação correta.
O que esta técnica não faz
  • Não é titulável após dose única como uma epidural.
  • Bloqueio alto não é apenas “raqui forte”; é emergência fisiológica.
Contraindicações / cautelas
  • Recusa, infecção no local, contraindicação à punção/anticoagulação ou condição neurológica específica exigem avaliação individual e protocolo atualizado.
Pré-requisitos
  • Avaliação pré-anestésica e consentimento revisados.
  • Equipe, monitorização, equipamentos, fármacos e material de resgate disponíveis.
  • Planos de via aérea, ventilação, analgesia e recuperação definidos conforme contexto.
Preparação
  • Revisar anticoagulação, infecção, anatomia, neurologia prévia, disponibilidade de resgate hemodinâmico e conversão.
  • Confirmar fármaco, concentração, baricidade, via e rotulagem antes da punção.
Execução conceitual
  • Posicionar, manter assepsia, identificar espaço, confirmar LCR e administrar somente solução validada para via intratecal.
  • Testar nível bilateralmente antes do estímulo e acompanhar progressão hemodinâmica.
Passo a passo
  • Realizar conferência pré-procedimento e instalar monitorização indicada.
  • Executar a técnica de forma incremental, avaliando resposta e sinais de complicação.
  • Reavaliar eficácia, ajustar com cautela e manter plano alternativo pronto.

Punção subaracnóidea

Ilustração original, esquemática e editável por chave no painel.

PeleLig.PeriduralDuraLCR
Fonte: ilustração original baseada em conteúdo revisado. Status: revisão parcial. Texto alternativo: Anatomia neuraxial simplificada mostrando pele, ligamentos, espaço peridural, dura e espaço subaracnóideo.
Monitorização
  • Integrar ECG, pressão arterial e oximetria ao risco e à profundidade anestésica.
  • Considerar capnografia, temperatura, bloqueio neuromuscular e EEG processado quando aplicáveis.
Abrir Monitorização
Via aérea
  • Avaliar via aérea e definir estratégia primária e de resgate conforme profundidade e possibilidade de conversão.
Abrir Via Aérea
Ventilação
  • Avaliar necessidade de suporte ventilatório e integrar ao módulo Ventilação.
Abrir Ventilação
Drogas relacionadas
  • Consultar o módulo Drogas para indicações, doses, contraindicações e referências.
Abrir Drogas
Ajustes por contexto
  • Individualizar para obesidade, fragilidade, cardiopatia, gestação, doença pulmonar, aspiração e via aérea difícil.
Manutenção e recuperação
  • Reavaliar nível, duração prevista, sedação associada e regressão; reconhecer falha antes de acumular anestésico local.
  • Alta exige estabilidade, recuperação apropriada e vigilância de retenção/PDPH conforme contexto.
Populações e contextos especiais
  • Gestação amplifica consequências da simpatectomia; idosos e hipovolêmicos têm menor reserva; anticoagulação segue diretriz atual específica.
Complicações
  • Hipotensão, bradicardia, bloqueio alto, cefaleia pós-punção, retenção urinária, falha e complicações neurológicas/infecciosas raras.
Falha da técnica / resgate
  • Interromper progressão insegura e avaliar paciente, técnica, equipamento e dose acumulada.
  • Comunicar a equipe e migrar para plano alternativo preparado, registrando motivo e resposta.

Antes da raqui

0/8 itens marcados

Raquianestesia

Fluxo original de apoio; confirmar condutas com referências atuais e protocolo local.

Etapa 1

Selecionar

Indicação, contraindicações e anticoagulação.

Etapa 2

Preparar

Monitorização, acesso, assepsia e resgate.

Etapa 3

Executar

Identificar nível e administrar solução validada.

Etapa 4

Confirmar

Níveis sensitivo/motor e hemodinâmica.

Etapa 5

Reavaliar

Falha, bloqueio alto ou instabilidade exigem resposta imediata.

Versão textual acessível
  1. 1. Selecionar: Indicação, contraindicações e anticoagulação.
  2. 2. Preparar: Monitorização, acesso, assepsia e resgate.
  3. 3. Executar: Identificar nível e administrar solução validada.
  4. 4. Confirmar: Níveis sensitivo/motor e hemodinâmica.
  5. 5. Reavaliar: Falha, bloqueio alto ou instabilidade exigem resposta imediata.
Alertas de segurança
  • Não transformar este resumo em prescrição individual.
  • Confirmar doses, contraindicações e anticoagulação nos módulos específicos e em protocolos atualizados.
Síntese da evidência
  • Miller e Barash descrevem fisiologia e técnica; diretriz ASRA 2025 atualiza manejo de antitrombóticos.
Integrações clínicas
Drogas anestésicasMonitorizaçãoProtocolos

Referências e status editorial

4 referênciasMillerBarashMedicina de Emergência…+1
Ferramenta de apoio para profissionais habilitados. As informações devem ser conferidas com referências atualizadas, protocolos institucionais e julgamento clínico. Não substitui avaliação médica individual.

Referência e ferramentas para anestesiologia.

Plataforma de anestesiologia para consulta clínica, estudo, referência e ferramentas perioperatórias.

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Conteúdo clínico em revisão contínua, apoiado por Miller, Barash, guidelines e fontes regulatórias quando aplicável.

Versão 0.1.0 · revisão contínua

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