Raqui-peridural combinada | AnesBase
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Raqui-peridural combinada

Combinação de início rápido da raqui com flexibilidade do cateter peridural.

Conteúdo parcialmente revisado · Data de revisão clínica pendente

Monitorização Via aérea

Auditoria de completude

86% dos critérios clínicos preenchidos

3 lacunas explícitas

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Resumo prático
  • Combina instalação intratecal rápida com possibilidade de extensão/analgesia epidural.
  • Confirmar função do cateter e titular doses subsequentes com cautela.
Indicações
  • Considerar quando objetivos, território, duração e riscos forem compatíveis com a técnica.

Mapa mental da técnica

Do fundamento à recuperação

Uma leitura sequencial para conectar mecanismo, fisiologia, execução e transição sem transformar o conteúdo em receita fixa.

  1. 01 · Fundamento

    O que a técnica pretende produzir

    • Combina início intratecal com possibilidade de extensão epidural, mas a função do cateter precisa ser demonstrada.
    • As duas vias mantêm riscos próprios e exigem rastreabilidade de cada dose.
  2. 02 · Fisiologia

    O que muda no paciente

    • O componente intratecal instala bloqueio rápido; doses epidurais subsequentes podem elevar a extensão e intensidade.
  3. 03 · Execução

    Como a estratégia progride

    • Confirmar sequência, LCR e cateter conforme técnica escolhida; titular epidural somente após avaliação do bloqueio inicial.
  4. 04 · Transição

    Como manter, recuperar e reavaliar

    • Documentar doses por via, testar função do cateter e vigiar extensão excessiva.
Princípios e objetivos
  • Combina início intratecal com possibilidade de extensão epidural, mas a função do cateter precisa ser demonstrada.
  • As duas vias mantêm riscos próprios e exigem rastreabilidade de cada dose.
Fisiologia aplicada
  • O componente intratecal instala bloqueio rápido; doses epidurais subsequentes podem elevar a extensão e intensidade.
Farmacologia aplicada
  • Separar rigorosamente fármacos, concentrações e vias; não transpor dose epidural para intratecal.
O que esta técnica não faz
  • Cateter epidural não testado pode falhar quando necessário.
  • A técnica não elimina risco de hipotensão ou bloqueio alto.
Contraindicações / cautelas
  • Reavaliar diante de contraindicações específicas, recursos insuficientes ou ausência de plano de resgate.
Pré-requisitos
  • Avaliação pré-anestésica e consentimento revisados.
  • Equipe, monitorização, equipamentos, fármacos e material de resgate disponíveis.
  • Planos de via aérea, ventilação, analgesia e recuperação definidos conforme contexto.
Preparação
  • Planejar objetivo do componente espinhal e motivo do cateter; revisar antitrombóticos e resgate.
Execução conceitual
  • Confirmar sequência, LCR e cateter conforme técnica escolhida; titular epidural somente após avaliação do bloqueio inicial.
Passo a passo
  • Realizar conferência pré-procedimento e instalar monitorização indicada.
  • Executar a técnica de forma incremental, avaliando resposta e sinais de complicação.
  • Reavaliar eficácia, ajustar com cautela e manter plano alternativo pronto.
Monitorização
  • Integrar ECG, pressão arterial e oximetria ao risco e à profundidade anestésica.
  • Considerar capnografia, temperatura, bloqueio neuromuscular e EEG processado quando aplicáveis.
Abrir Monitorização
Via aérea
  • Avaliar via aérea e definir estratégia primária e de resgate conforme profundidade e possibilidade de conversão.
Abrir Via Aérea
Ventilação
  • Avaliar necessidade de suporte ventilatório e integrar ao módulo Ventilação.
Abrir Ventilação
Drogas relacionadas
  • Consultar o módulo Drogas para indicações, doses, contraindicações e referências.
Abrir Drogas
Ajustes por contexto
  • Individualizar para obesidade, fragilidade, cardiopatia, gestação, doença pulmonar, aspiração e via aérea difícil.
Manutenção e recuperação
  • Documentar doses por via, testar função do cateter e vigiar extensão excessiva.
Populações e contextos especiais
  • Uso obstétrico é frequente, mas urgência, estado fetal e risco de hipotensão modificam a execução.
Complicações
  • Reconhecer instabilidade, complicações respiratórias, toxicidade, lesão, falha e recuperação inadequada conforme técnica.
Falha da técnica / resgate
  • Interromper progressão insegura e avaliar paciente, técnica, equipamento e dose acumulada.
  • Comunicar a equipe e migrar para plano alternativo preparado, registrando motivo e resposta.
Alertas de segurança
  • Não transformar este resumo em prescrição individual.
  • Confirmar doses, contraindicações e anticoagulação nos módulos específicos e em protocolos atualizados.
Síntese da evidência
  • Literatura neuraxial e obstétrica sustenta início rápido com flexibilidade, sem garantia automática de superioridade em todos os desfechos.
Integrações clínicas
Drogas anestésicasMonitorização

Referências e status editorial

4 referênciasMillerBarashMedicina de Emergência…+1
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Versão 0.1.0 · revisão contínua

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