Anestesia local / infiltração | AnesBase
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Anestesia local / infiltração

Infiltração de anestésico local, dose máxima, toxicidade e técnica incremental.

Conteúdo parcialmente revisado · Data de revisão clínica pendente

Monitorização Via aérea

Auditoria de completude

90% dos critérios clínicos preenchidos

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Resumo prático
  • Calcular a dose total somando todas as fontes de anestésico local.
  • Aspirar e injetar incrementalmente conforme técnica e anatomia.
Indicações
  • Considerar quando objetivos, território, duração e riscos forem compatíveis com a técnica.

Mapa mental da técnica

Do fundamento à recuperação

Uma leitura sequencial para conectar mecanismo, fisiologia, execução e transição sem transformar o conteúdo em receita fixa.

  1. 01 · Fundamento

    O que a técnica pretende produzir

    • Deposita anestésico no campo ou plano de incisão; distribuição anatômica e dose cumulativa determinam benefício e risco.
    • Pode complementar, mas não substituir automaticamente, analgesia multimodal.
  2. 02 · Fisiologia

    O que muda no paciente

Princípios e objetivos
  • Deposita anestésico no campo ou plano de incisão; distribuição anatômica e dose cumulativa determinam benefício e risco.
  • Pode complementar, mas não substituir automaticamente, analgesia multimodal.
Fisiologia aplicada
  • Bloqueio de terminações periféricas reduz entrada nociceptiva; absorção sistêmica depende de vascularização e volume.
Contraindicações / cautelas
  • Reavaliar diante de contraindicações específicas, recursos insuficientes ou ausência de plano de resgate.
Pré-requisitos
  • Avaliação pré-anestésica e consentimento revisados.
  • Equipe, monitorização, equipamentos, fármacos e material de resgate disponíveis.
Preparação
  • Calcular massa total, identificar solução e comunicar todas as fontes à equipe.
  • Para cateter, confirmar plano, fixação, bomba e prevenção de conexão errada.
Execução conceitual
  • Aspirar e infiltrar incrementalmente no plano alvo, evitando injeção intravascular.
Passo a passo
  • Realizar conferência pré-procedimento e instalar monitorização indicada.
  • Executar a técnica de forma incremental, avaliando resposta e sinais de complicação.
  • Reavaliar eficácia, ajustar com cautela e manter plano alternativo pronto.
Monitorização
  • Integrar ECG, pressão arterial e oximetria ao risco e à profundidade anestésica.
  • Considerar capnografia, temperatura, bloqueio neuromuscular e EEG processado quando aplicáveis.
Abrir Monitorização
Via aérea
Ajustes por contexto
  • Individualizar para obesidade, fragilidade, cardiopatia, gestação, doença pulmonar, aspiração e via aérea difícil.
Manutenção e recuperação
  • Vigiar eficácia, sinais de toxicidade, infecção, vazamento e remoção do cateter.
Populações e contextos especiais
  • Baixo peso, gestação, doença hepática/cardiaca e extremos etários podem reduzir margem de segurança.
Complicações
  • Reconhecer instabilidade, complicações respiratórias, toxicidade, lesão, falha e recuperação inadequada conforme técnica.
Falha da técnica / resgate
  • Interromper progressão insegura e avaliar paciente, técnica, equipamento e dose acumulada.
  • Comunicar a equipe e migrar para plano alternativo preparado, registrando motivo e resposta.
Alertas de segurança
  • Consultar dose máxima e ajustes no módulo Drogas.
  • Monitorar volumes maiores e reconhecer sinais precoces de LAST.
Síntese da evidência
  • Eficácia é procedimento-específica e heterogênea; revisões e ERAS devem ser interpretados por cirurgia.
Integrações clínicas
Drogas anestésicasCalculadorasProtocolos

Referências e status editorial

4 referênciasMillerBarashMedicina de Emergência…+1
Ferramenta de apoio para profissionais habilitados. As informações devem ser conferidas com referências atualizadas, protocolos institucionais e julgamento clínico. Não substitui avaliação médica individual.
  • Bloqueio de terminações periféricas reduz entrada nociceptiva; absorção sistêmica depende de vascularização e volume.
  • 03 · Execução

    Como a estratégia progride

    • Aspirar e infiltrar incrementalmente no plano alvo, evitando injeção intravascular.
    • Em cateter, usar concentração e taxa validadas e inspecionar sítio.
  • 04 · Transição

    Como manter, recuperar e reavaliar

    • Vigiar eficácia, sinais de toxicidade, infecção, vazamento e remoção do cateter.
  • Farmacologia aplicada
    • Somar infiltração, bloqueios e outras fontes; concentração baixa em grande volume ainda pode representar massa alta.
    O que esta técnica não faz
    • Não assumir equivalência com bloqueio de nervo ou analgesia epidural.
  • Planos de via aérea, ventilação, analgesia e recuperação definidos conforme contexto.
  • Em cateter, usar concentração e taxa validadas e inspecionar sítio.
    • Avaliar via aérea e definir estratégia primária e de resgate conforme profundidade e possibilidade de conversão.
    Abrir Via Aérea
    Ventilação
    • Avaliar necessidade de suporte ventilatório e integrar ao módulo Ventilação.
    Abrir Ventilação
    Drogas relacionadas
    • Consultar o módulo Drogas para indicações, doses, contraindicações e referências.
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    Plataforma de anestesiologia para consulta clínica, estudo, referência e ferramentas perioperatórias.

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