Algoritmos visuais | AnesBase
InícioDrogasCalculadorasPré-anestésico
Referências
  1. Início
  2. Conteúdos
  3. Técnicas anestésicas
Revisado4 fontes vinculadas

Algoritmos visuais

Fluxogramas para escolha, execução, falha e resgate de técnicas.

Conteúdo revisado · Revisado em 2026-09-18

Monitorização Via aérea

Algoritmos visuais e textuais

Planejamento de anestesia geral

Fluxo original de apoio; confirmar condutas com referências atuais e protocolo local.

Etapa 1

Avaliar

Paciente, cirurgia, aspiração e via aérea.

Etapa 2

Preparar

Monitorização, drogas, ventilação e resgate.

Etapa 3

Induzir e confirmar

Titular e confirmar via aérea/capnografia.

Etapa 4

Manter

Integrar hipnose, analgesia, ventilação e bloqueio.

Etapa 5

Recuperar

Planejar reversão, extubação e destino.

Versão textual acessível
  1. 1. Avaliar: Paciente, cirurgia, aspiração e via aérea.
  2. 2. Preparar: Monitorização, drogas, ventilação e resgate.
  3. 3. Induzir e confirmar: Titular e confirmar via aérea/capnografia.
  4. 4. Manter: Integrar hipnose, analgesia, ventilação e bloqueio.
  5. 5. Recuperar: Planejar reversão, extubação e destino.
TIVA manual

Fluxo original de apoio; confirmar condutas com referências atuais e protocolo local.

Etapa 1

Confirmar

Paciente, acesso e concentrações.

Etapa 2

Calcular

Peso × taxa e conversão para bomba.

Etapa 3

Conferir

Linha, bomba e conexão antes de iniciar.

Etapa 4

Titular

Resposta clínica, hemodinâmica e profundidade.

Etapa 5

Transicionar

Analgesia e despertar planejados.

Versão textual acessível
  1. 1. Confirmar: Paciente, acesso e concentrações.
  2. 2. Calcular: Peso × taxa e conversão para bomba.
  3. 3. Conferir: Linha, bomba e conexão antes de iniciar.
  4. 4. Titular: Resposta clínica, hemodinâmica e profundidade.
  5. 5. Transicionar: Analgesia e despertar planejados.
Sedação / MAC

Fluxo original de apoio; confirmar condutas com referências atuais e protocolo local.

Etapa 1

Avaliar

Paciente, jejum, via aérea e procedimento.

Etapa 2

Preparar

Monitorização, oxigênio, sucção e resgate.

Etapa 3

Titular

Pequenos incrementos e avaliação contínua.

Etapa 4

Reconhecer

Obstrução ou hipoventilação precocemente.

Etapa 5

Resgatar

Reduzir sedativos, abrir via aérea, ventilar e chamar ajuda conforme necessidade.

Versão textual acessível
  1. 1. Avaliar: Paciente, jejum, via aérea e procedimento.
  2. 2. Preparar: Monitorização, oxigênio, sucção e resgate.
  3. 3. Titular: Pequenos incrementos e avaliação contínua.
  4. 4. Reconhecer: Obstrução ou hipoventilação precocemente.
  5. 5. Resgatar: Reduzir sedativos, abrir via aérea, ventilar e chamar ajuda conforme necessidade.
Raquianestesia

Fluxo original de apoio; confirmar condutas com referências atuais e protocolo local.

Etapa 1

Selecionar

Indicação, contraindicações e anticoagulação.

Etapa 2

Preparar

Monitorização, acesso, assepsia e resgate.

Etapa 3

Executar

Identificar nível e administrar solução validada.

Etapa 4

Confirmar

Níveis sensitivo/motor e hemodinâmica.

Etapa 5

Reavaliar

Falha, bloqueio alto ou instabilidade exigem resposta imediata.

Versão textual acessível
  1. 1. Selecionar: Indicação, contraindicações e anticoagulação.
  2. 2. Preparar: Monitorização, acesso, assepsia e resgate.
  3. 3. Executar: Identificar nível e administrar solução validada.
  4. 4. Confirmar: Níveis sensitivo/motor e hemodinâmica.
  5. 5. Reavaliar: Falha, bloqueio alto ou instabilidade exigem resposta imediata.
Bloqueio periférico guiado

Fluxo original de apoio; confirmar condutas com referências atuais e protocolo local.

Etapa 1

Planejar

Território, alvo, dose total e plano alternativo.

Etapa 2

Preparar

Monitorização, assepsia, ultrassom e resgate para LAST.

Etapa 3

Visualizar

Anatomia, agulha e estruturas de risco.

Etapa 4

Injetar

Incrementalmente, observando dispersão e resistência.

Etapa 5

Avaliar

Território, tempo de instalação, complicações e falha.

Versão textual acessível
  1. 1. Planejar: Território, alvo, dose total e plano alternativo.
  2. 2. Preparar: Monitorização, assepsia, ultrassom e resgate para LAST.
  3. 3. Visualizar: Anatomia, agulha e estruturas de risco.
  4. 4. Injetar: Incrementalmente, observando dispersão e resistência.
  5. 5. Avaliar: Território, tempo de instalação, complicações e falha.
Planejamento NORA

Fluxo original de apoio; confirmar condutas com referências atuais e protocolo local.

Etapa 1

Paciente

Comorbidades, via aérea, jejum e necessidade anestésica.

Etapa 2

Procedimento

Dor, posição, duração e acesso ao paciente.

Etapa 3

Ambiente

Oxigênio, sucção, energia, monitorização e espaço.

Etapa 4

Resgate

Emergência, remoção, comunicação e transporte.

Etapa 5

Recuperação

Destino e critérios institucionais.

Versão textual acessível
  1. 1. Paciente: Comorbidades, via aérea, jejum e necessidade anestésica.
  2. 2. Procedimento: Dor, posição, duração e acesso ao paciente.
  3. 3. Ambiente: Oxigênio, sucção, energia, monitorização e espaço.
  4. 4. Resgate: Emergência, remoção, comunicação e transporte.
  5. 5. Recuperação: Destino e critérios institucionais.
Conversão regional para geral

Fluxo original de apoio; confirmar condutas com referências atuais e protocolo local.

Etapa 1

Reconhecer

Dor, ansiedade, cirurgia prolongada ou falha.

Etapa 2

Pausar e comunicar

Interromper estímulo quando possível e alinhar equipe.

Etapa 3

Reavaliar

Via aérea, aspiração, sedação e posição.

Etapa 4

Preparar

Monitorização, drogas, sucção, ventilação e resgate.

Etapa 5

Converter

Executar técnica escolhida e documentar.

Versão textual acessível
  1. 1. Reconhecer: Dor, ansiedade, cirurgia prolongada ou falha.
  2. 2. Pausar e comunicar: Interromper estímulo quando possível e alinhar equipe.
  3. 3. Reavaliar: Via aérea, aspiração, sedação e posição.
  4. 4. Preparar: Monitorização, drogas, sucção, ventilação e resgate.
  5. 5. Converter: Executar técnica escolhida e documentar.
Falha de bloqueio regional

Fluxo original de apoio; confirmar condutas com referências atuais e protocolo local.

Etapa 1

Confirmar

Tempo, território, intensidade e técnica.

Etapa 2

Quantificar

Dose total e margem de segurança.

Etapa 3

Escolher

Aguardar, complementar, infiltrar ou converter.

Etapa 4

Resgatar

Preparar geral se analgesia/anestesia inadequadas.

Etapa 5

Documentar

Falha, decisão, doses e resposta.

Versão textual acessível
  1. 1. Confirmar: Tempo, território, intensidade e técnica.
  2. 2. Quantificar: Dose total e margem de segurança.
  3. 3. Escolher: Aguardar, complementar, infiltrar ou converter.
  4. 4. Resgatar: Preparar geral se analgesia/anestesia inadequadas.
  5. 5. Documentar: Falha, decisão, doses e resposta.
Suspeita de LAST

Fluxo original de apoio; confirmar condutas com referências atuais e protocolo local.

Etapa 1

Interromper

Pare a injeção e chame ajuda.

Etapa 2

Oxigenar e ventilar

Evite hipóxia, hipercapnia e acidose; proteja a via aérea conforme necessidade.

Etapa 3

Controlar eventos

Trate convulsão e instabilidade conforme protocolo validado.

Etapa 4

Acionar protocolo

Preparar emulsão lipídica e reanimação modificada conforme referência institucional.

Etapa 5

Monitorar e transferir

Manter vigilância e destino apropriado.

Versão textual acessível
  1. 1. Interromper: Pare a injeção e chame ajuda.
  2. 2. Oxigenar e ventilar: Evite hipóxia, hipercapnia e acidose; proteja a via aérea conforme necessidade.
  3. 3. Controlar eventos: Trate convulsão e instabilidade conforme protocolo validado.
  4. 4. Acionar protocolo: Preparar emulsão lipídica e reanimação modificada conforme referência institucional.
  5. 5. Monitorar e transferir: Manter vigilância e destino apropriado.

Auditoria de completude

100% dos critérios clínicos preenchidos

Checklist completo
Resumo prático
  • Definir objetivo clínico, profundidade e estratégia de resgate antes de iniciar.
  • Titular a técnica conforme paciente, procedimento, resposta clínica e monitorização.
  • Documentar execução, intercorrências, transição e plano de recuperação.
Indicações
  • Considerar quando objetivos, território, duração e riscos forem compatíveis com a técnica.
Contraindicações / cautelas
  • Reavaliar diante de contraindicações específicas, recursos insuficientes ou ausência de plano de resgate.
Pré-requisitos
  • Avaliação pré-anestésica e consentimento revisados.
  • Equipe, monitorização, equipamentos, fármacos e material de resgate disponíveis.
  • Planos de via aérea, ventilação, analgesia e recuperação definidos conforme contexto.
Passo a passo
  • Realizar conferência pré-procedimento e instalar monitorização indicada.
  • Executar a técnica de forma incremental, avaliando resposta e sinais de complicação.
  • Reavaliar eficácia, ajustar com cautela e manter plano alternativo pronto.
Monitorização
  • Integrar ECG, pressão arterial e oximetria ao risco e à profundidade anestésica.
  • Considerar capnografia, temperatura, bloqueio neuromuscular e EEG processado quando aplicáveis.
Abrir Monitorização
Via aérea
  • Avaliar via aérea e definir estratégia primária e de resgate conforme profundidade e possibilidade de conversão.
Abrir Via Aérea
Ventilação
  • Avaliar necessidade de suporte ventilatório e integrar ao módulo Ventilação.
Abrir Ventilação
Drogas relacionadas
  • Consultar o módulo Drogas para indicações, doses, contraindicações e referências.
Abrir Drogas
Ajustes por contexto
  • Individualizar para obesidade, fragilidade, cardiopatia, gestação, doença pulmonar, aspiração e via aérea difícil.
Complicações
  • Reconhecer instabilidade, complicações respiratórias, toxicidade, lesão, falha e recuperação inadequada conforme técnica.
Falha da técnica / resgate
  • Interromper progressão insegura e avaliar paciente, técnica, equipamento e dose acumulada.
  • Comunicar a equipe e migrar para plano alternativo preparado, registrando motivo e resposta.
Alertas de segurança
  • Não transformar este resumo em prescrição individual.
  • Confirmar doses, contraindicações e anticoagulação nos módulos específicos e em protocolos atualizados.

Referências e status editorial

4 referênciasMillerBarashMedicina de Emergência…+1
Ferramenta de apoio para profissionais habilitados. As informações devem ser conferidas com referências atualizadas, protocolos institucionais e julgamento clínico. Não substitui avaliação médica individual.

Referência e ferramentas para anestesiologia.

Plataforma de anestesiologia para consulta clínica, estudo, referência e ferramentas perioperatórias.

Ferramenta de apoio para profissionais habilitados. As informações devem ser conferidas com referências atualizadas, protocolos institucionais e julgamento clínico. Não substitui avaliação médica individual.

Plataforma

  • Drogas
  • Calculadoras
  • Pré-anestésico
  • Conteúdos

Conteúdos

  • Via aérea
  • Ventilação
  • Monitorização
  • Técnicas anestésicas
  • Bloqueios periféricos

Conteúdo clínico em revisão contínua, apoiado por Miller, Barash, guidelines e fontes regulatórias quando aplicável.

Versão 0.1.0 · revisão contínua

© 2026 AnesBase

Decisão clínica

  • Anestesias complexas
  • Protocolos e checklists
  • Pediatria
  • Modo crise

Projeto

  • Referências
  • Status de revisão
  • Sobre
Plataforma
  • Drogas
  • Calculadoras
  • Pré-anestésico
  • Conteúdos
Conteúdos
  • Via aérea
  • Ventilação
  • Monitorização
  • Técnicas anestésicas
  • Bloqueios periféricos
Decisão clínica
  • Anestesias complexas
  • Protocolos e checklists
  • Pediatria
  • Modo crise
Projeto
  • Referências
  • Status de revisão
  • Sobre